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Eu amo escrever. Escrevo porque às vezes não cabe tudo aqui dentro. Porque há sentimentos que só se organizam quando viram palavras, e pensamentos que só fazem sentido quando dançam na página. Amo também olhar o céu e talvez isso diga tudo. Há quem olhe o céu para prever o tempo, eu olho para prever a mim mesma. Há algo em observar as nuvens, as estrelas ou o silêncio azul que me faz lembrar que existe poesia mesmo nos dias comuns. Este blog nasce desse encontro: entre a escrita e o céu. Vai ser um espaço para dividir pensamentos, contar histórias, guardar pedaços de mim e talvez, de você também, que me lê agora. Obrigada por estar aqui. Que você se sinta à vontade. Que cada texto seja como uma janela aberta, onde o vento entra leve e, quem sabe, traz um pouco de luz também

✿Amor sempre....

✿Amor sempre....
Caminho entre flores. O chão continuará pra nós com outras paisagens. Sou o que sou, porque é tudo que sei ser. E todo meu olhar escrito que você nunca aprendeu a ler, permanecerá no descaso para quem não compreende.

15 janeiro, 2026

Conexões possíveis

Aleatoriamente um toque de poesia




A internet por aqui anda quase escassa.
Na rua onde moro, ela simplesmente está… paradisíaca, existem mais na promessa do que na prática. Então é bom para trabalhar a paciência hahaha😜
Estou tendo acesso no trabalho, mas não posso blogar daqui 👍
Então os comentários seguem de pouquinho, apenas na hora do cafezinho, entre um gole e outro, como quem escreve à margem do tempo.

Se não chegar a todos, já sabem o motivo.
Não é falta de vontade, é falta de conexão mesmo dessas bem concretas.

Sabem? 
No fundo, a vida também funciona assim: nem sempre estamos disponíveis como gostaríamos, mas seguimos presentes do jeito que dá. E quando a conexão voltar, o afeto continua lá, intacto, esperando.


Beijinho a todos 
Fernanda

7 comentários:

  1. Fica sem Internete, ou ter Internete lenta é um terror nos novos tempos.
    E nos enganam sempre com a história de aumento de velocidade. Beijo, Fernanda.

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  2. Nem te preocupa...Com ou sem a conexão, estamos conectadas... beijos, lindo dia! chica

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  3. Amiga Fernanda, boa tarde de Paz!
    Tem razão, é o afeto que deveria contar e nâo paranoia de encher a página de comentarios como se isso significasse que somos os maiorais.
    O que importa é nossa amizade sincera.
    Tenha dias abençoados!
    Beijinhos fraternos

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  4. Fernanda, poucos concordarão, mas penso que de vez em quando é bom ficar incomunicável, fortalecendo o foco no aqui e agora e se conectando com a pulsante realidade ao nosso redor.
    Mesmo assim, faço votos que a sua internet volte logo.

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  5. Fernanda, querida amiga,
    Para quem sabe esperar, tudo vem a tempo.
    Precisamos ser pacientes. Quanto maior for o tempo de espera, mais feliz será o momento do reencontro.
    Devemos ser ansiosos, mas não ao ponto de não sabermos esperar!...
    Saber esperar... é uma virtude!

    Um beijo com carinho

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  6. Olá, amiga Fernanda, claro que todos os que têm atividades, com as suas áreas de trabalho, ficam com pouco tempo para fazerem suas publicações e comentários aos amigos. Mas o que sobra de seu tempo é o suficiente para a produção de belos textos e bonitos comentários, os quais admiro.
    Desejo a você um ótimo final de semana, com muita paz e felicidade.
    Grande abraço, amiga.

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  7. Oi, Fernanda! Bom dia! Infelizmente hoje em dia dependemos quase que completamente de Internet. Não dá pra se fazer quase nada na correria do cotidiano moderno sem a Internet. Que sua conexão com a Internet se normalize o mais rápido possível. Um abraço Fernanda.

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depois que a letra nasce
não há silêncio
há um choro que só eu ouço
e um medo que ninguém vê
o medo de mostrar demais
de sangrar diante de estranhos
de ser lida com desdém
ou pior: com pressa
porque parir palavras
é também deixar o peito aberto
num mundo que não sabe lidar
com quem sente fundo
a escrita respira fora de mim
e eu, nua, assisto
alguns dizem que é lindo
outros nem leem até o fim
há quem tente vestir meu poema
com a própria assinatura
como se dor fosse transferível
como se parto tivesse atalho
e é aí que mais dói
quando roubam o nome da minha filha
e fingem que nasceu de outra boca
quando arrancam o umbigo do texto
e dizem: “isso é meu”
não é
eu sei cada madrugada que ela levou
cada perda que empurrou esse verso
cada lágrima que virou frase
não quero aplauso
mas exijo respeito
porque minha escrita
anda no mundo com meu rosto
meus olhos, minha história
e quando alguém a toma como se fosse nada
está me dizendo:
“você também é nada”
mas eu sou tudo
o que ninguém teve coragem de escrever
e continuo parindo
mesmo ferida
porque escrever é a única forma
que conheço de sobreviver
(Fernanda)

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