✿Aguarde os próximos capítulos...✿

Eu amo escrever. Escrevo porque às vezes não cabe tudo aqui dentro. Porque há sentimentos que só se organizam quando viram palavras, e pensamentos que só fazem sentido quando dançam na página. Amo também olhar o céu e talvez isso diga tudo. Há quem olhe o céu para prever o tempo, eu olho para prever a mim mesma. Há algo em observar as nuvens, as estrelas ou o silêncio azul que me faz lembrar que existe poesia mesmo nos dias comuns. Este blog nasce desse encontro: entre a escrita e o céu. Vai ser um espaço para dividir pensamentos, contar histórias, guardar pedaços de mim e talvez, de você também, que me lê agora. Obrigada por estar aqui. Que você se sinta à vontade. Que cada texto seja como uma janela aberta, onde o vento entra leve e, quem sabe, traz um pouco de luz também

✿Amor sempre....

✿Amor sempre....
Caminho entre flores. O chão continuará pra nós com outras paisagens. Sou o que sou, porque é tudo que sei ser. E todo meu olhar escrito que você nunca aprendeu a ler, permanecerá no descaso para quem não compreende.

22 fevereiro, 2026

Entardecer

Aleatoriamente um toque de poesia


O entardecer é a pausa que o céu faz antes de fechar os olhos. A luz se despede devagar, como quem não quer ir embora, tingindo o horizonte de saudade dourada. Há um silêncio diferente nessa hora não é vazio, é transição. O dia entrega suas dores e suas alegrias ao colo da noite. E tudo fica mais manso. No entardecer, até a pressa aprende a respirar. 


Fernanda

21 fevereiro, 2026

Essência

Aleatoriamente um toque de poesia




Teu riso cúmplice
cor dentro da chuva 
nossos olhos guardam
tesouros de mel.
Inverno que delineia
um quadro belo.



Fernanda!

PS:Amigos,

quando eu puder comentar como gosto, com calma e presença, retribuo cada visita de vocês uma por uma, como sempre fiz e faço questão de fazer. Por agora, estou só lendo vocês em silêncio. Às vezes reagindo com o coração apertado de vontade de escrever mais, mas respeitando o tempo que o braço no gesso está me impondo. Assim mesmo ainda tento rabiscar pq amo e preciso mais logo paro.
André, tem sido meu apoio nisso, me ajudando a postar enquanto ainda não consigo fazer tudo sozinha.
É uma fase, e vai passar. Enquanto isso, saibam: mesmo em silêncio, estou Lendo, sentindo e sendo imensamente grata por cada palavra que vocês deixam. 

🙏🏻


20 fevereiro, 2026

Noite

Aleatoriamente um toque de poesia



Noite, vem tecer comigo palavras,
costurar silêncios na beira do peito.

Traz tua agulha de estrelas
e remenda devagar
minha asa quebrada.

Que o escuro seja ninho,
e não queda 
e que do rasgo
nasça voo outra vez.


Fernanda

19 fevereiro, 2026

Gratidão

Aleatoriamente um toque de poesia




Tenho apreciado o canto dos pássaros que continuam cantando, mesmo quando eu estou distraída demais para escutar. A brisa que toca o rosto como quem diz: “fica, só mais um pouco”. E minhas conversas… essas que às vezes começam com palavras simples e terminam revelando pedaços de mim que eu ainda não conhecia. Autoconhecimento não é um mergulho barulhento. É um silêncio atento. É perceber o que me dói, o que me alegra, o que me move e acolher tudo com menos julgamento e mais ternura. E a gratidão nasce aí. Não como obrigação, mas como consequência. Quando eu me escuto, eu me reconheço. Quando me reconheço, agradeço. Pela pausa. Pelo aprendizado. Pelo carinho escondido nos detalhes. Talvez crescer seja isso: aprender a parar sem culpa e agradecer sem medida.

Obrigada papai do alto
Fernanda





12 fevereiro, 2026

Susto e gratidão

Aleatoriamente um toque de poesia




O texto hoje é pequeno não por falta de palavras, mas porque estou aprendendo a escrever com limites. Quebrei o braço. Foi no domingo, quando eu voltava para casa. Um carro atravessou o sinal vermelho. Para ele, talvez fosse pressa e álcool. Para mim, foi susto, impacto e silêncio. Ele veio na minha direção sem aviso, sem tempo de reação. No meio do barulho do metal e do medo, ficou o que importa: estou bem. Quebrei o braço, é verdade. Dói, incomoda, limita. Mas foi um milagre ter sido “apenas” isso. Meu carro não resistiu não presta mais para nada. Eu, sim. Estou aqui graças a Deus!

Entre o susto e a gratidão, escolho respirar fundo.
Volto quando puder.😉

Fernanda

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